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Extração de amido de inhame

Publicado: Quinta, 12 de Julho de 2018, 19h09 | Última atualização em Sexta, 13 de Julho de 2018, 11h36 | Acessos: 237

As pesquisadoras Drª Maria Elita Martins Duarte (professora da UAEALi) e Drª. Renata Duarte Almeida (Engenheira Agrícola da UAEALi) vêm desenvolvendo uma pesquisa que visa desvendar propriedades (especificamente o amido) do inhame. Como se sabe, o amido é um produto globalizado que pode ser extraído, também, de tuberosas, no entanto, pouco se faz para aumentar o leque de aplicações destas culturas. A maioria das tuberosas é consumida apenas cozida ou frita, em algumas regiões. Por ser rico em carboidratos, o inhame constitui uma grande fonte de energia sendo recomendado nas dietas de recém-nascidos, de pessoas idosas e convalescentes, devido ao seu alto valor energético e alta digestibilidade conferida pelos pequenos grãos de amido. Uma forma de obter este amido para consumo durante longos períodos, inclusive nas entressafras do inhame, é armazená-lo na sua forma em pó, aplicando processos de extração, secagem e trituração. Para que esses produtos em pó, a exemplo do amido de inhame, tenham período prolongado de conservação, em condições de prateleira, é necessário o conhecimento dos teores de água de equilíbrio desse produto, em diferentes condições de temperatura e umidade relativa do ar (atividade de água) possibilitando a escolha da embalagem adequada, que permita a manutenção da qualidade desse produto.

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